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Fortes tremores atingem Roma e a região central da Itália

Uma série de tremores atingiu Roma e a região central da Itália em um intervalo de cerca de uma hora na manhã desta quarta-feira (18), segundo a Reuters. Não houve relato imediato de feridos ou estragos, mas linhas de trem foram bloqueadas na capital italiana.
Edifícios em Roma tremeram. Escolas e o sistema de metrô foram fechados por precaução. Moradores próximos do epicentro, cerca de 110 km a nordeste de Roma, correram para as ruas apesar da neve.
“O maior problema agora é a neve, porque estamos tendo dificuldade em contornar e avaliar qualquer dano”, afirmou o porta-voz dos bombeiros, Luca Cari.
Os múltiplos tremores – três deles com magnitude superior a 5 – atingiram uma região que foi abalada fortemente por terremotos no segundo semestre de 2016, segundo a Reuters.
Um deles chegou a ter magnitude de 5,5. O epicentro foi a 110 km de distância de Roma e 40 km de profundidade. Inicialmente, a magnitude tinha sido estimada em 5,7. Uma testemunha relatou que o metrô da capital italiana chegou a ser esvaziado.
Mais cedo, a Reuters tinha relatado um tremor de 5,4 de magnitude foi sentido em Roma e na região central. O epicentro foi registrado a 111 km ao norte de Roma e a 10 km de profundidade, de acordo com o Centro Sismológico Europeu-Mediterrâneo.

Região central

Em 23 de agosto de 2016, um terremoto de magnitude 6,2 atingiu as cidades de Amatrice, Accumoli e Norcia. Quase 300 pessoas morreram. Amatrice teve o maior número de mortos e ficou completamente destruída.
Ainda traumatizados por esse terremoto, a Itália enfrentou outros tremores fortes. Em 26 de outubro, três terremotos – um de magnitude 5,5, outro de 6,0, e um de 4,9 – atingiram a região central da Itália com cerca de quatro horas de intervalo.
Quatro dias depois, um 30 de outubro, um novo tremor de magnitude 6,6 deixou quase 8 mil desabrigados e destruiu construções históricas na região de Nórcia, no centro da Itália. Ele foi sentido do norte ao sul do país, de Bolzano, próximo à fronteira do país com a Áustria, à região de Puglia, no extremo sul.
G1

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