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Grupo jihadista ameaça decapitar refém alemão se não for pago resgate

A organização jihadista filipina Abu Sayyaf ameaçou decapitar o cidadão alemão que mantém sequestrado se o governo em Berlim não aceitar pagar o milionário resgate exigido para a libertação.
“Estamos dando um ultimato para que cumpram nossas exigências. Não pagar o resgate significa a decapitação deste alemão”, afirma um dos três sequestradores vestidos de preto e com o rosto coberto, em vídeo divulgado quarta à noite nas redes sociais.
O grupo islamita exige 500 milhões de pesos filipinos (US$ 10,1 milhões) pela libertação de Jürgen Kantner, de 70 anos, sequestrado em novembro do ano passado enquanto navegava nas águas do estado malaio de Sabah, perto do sul das Filipinas.
O refém aparece com a cabeça baixa e amarrado em primeiro plano no vídeo feito em uma região de floresta, provavelmente do sul das Filipinas, onde a Abu Sayyaf opera, uma das organizações terroristas mais ativas do país e que jurou lealdade ao Estado Islâmico (EI).
Na gravação, o sequestrador tacha o governo alemão de “arrogante” por “não prestar atenção” às exigências e diz que “todos os infiéis são alvo” de seus ataques.
O Abu Sayyaf já decapitou dois canadenses no ano passado depois de ter se esgotado o tempo para o pagamento do resgate pedido.
No sequestro de Jürgen Kantner, os jihadistas já mataram a tiros sua esposa, cujo corpo foi encontrado pelas autoridades em 7 de novembro no iate no qual viajavam e que provavelmente foi abordado por milicianos do Abu Sayyaf.
O grupo jihadista intensificou sua atividade no último ano, sequestrando dezenas de pessoas nas águas do sudoeste das Filipinas e do nordeste da Malásia, muitos deles tripulantes de embarcações.


Atualmente, eles mantêm em seu poder outros 22 reféns: cinco filipinos, sete malaios, seis vietnamitas, dois indonésios, um coreano e um holandês, segundo as autoridades do país.
G1

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