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Deputado denuncia irregularidade em seleção da Fundac ao MPPB

O deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB) levará denúncia ao Ministério Público da Paraíba (MPPB) do processo de seleção que está sendo realizado pela Fundação de desenvolvimento da Criança e Adolescente Alice Almeida (Fundac) para a contratação de 400 agentes socioeducativos. Segundo Tovar, o processo é viciado e totalmente direcionado, o que facilitará o cabide de emprego no Estado.
Segundo o deputado, no momento da entrevista dos candidatos, demonstrando a tentativa de fraude na realização do processo, era perguntado qual tinha sido o político que havia indicado para a vaga. Além disso, as entrevistas eram realizadas com lápis grafite, o que facilitaria a mudança nas informações.
“O Governo do Estado tenta de todas as formas criar vagas para manter seus apadrinhados políticos. Desta vez, utiliza um processo seletivo para contratar 400 pessoas que servirão para fortalecer as fileiras eleitorais do próximo ano. Por isso, vamos levar a denúncia ao Ministério Público da Paraíba”, afirmou o deputado.
O Sindicato dos Trabalhadores na Empresas de Prestação de Serviços no Estado da Paraíba, tendo o mesmo entendimento de Tovar, encaminhou denúncia ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) relatando as irregularidades e pedindo a suspensão da seleção.
Os editais publicados no Diário Oficial do Estado trazem a proposta de contratação temporária de pessoal por excepcional interesse público para a função de agente socioeducativo. O processo permitirá a contratação de 400 pessoas, sendo 300 de forma imediata e 100 para cadastro de reserva, mediante análise curricular e entrevista.
Sob as irregularidades detectadas, o Ministério Público de Contas do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) já havia se posicionado contra o processo proposto pelo Estado sob o argumento de que o cargo de agente socioeducativo deveria ser preenchido por meio de concurso público, pois se trata de atividade não temporária.
“Iremos acompanhar de perto mais esse desmando feito pelo governador Ricardo Coutinho. O Estado deve realizar concurso público e não uma seleção obedecendo o critério das indicações políticas”, disse Tovar.

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