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Cássio e Pedro Cunha Lima veem como ‘natural’ e ‘prudente’ PSDB não fechar questão em reforma

O PSDB decidiu recomendar a aprovação da reforma da Previdência, sem fechar questão sobre o assunto. A informação foi confirmada pelo presidente interino do PSDB, Alberto Goldman, afirmou nesta quarta-feira (22), após uma reunião da comissão executiva nacional da sigla.

O fato de não fechar questão traz novamente à tona a dicotomia tucana com relação ao apoio a agenda do presidente Michel Temer (PMDB). O senador Cássio Cunha Lima comentou sobre o caso, e minimizou a questão. “Decisão natural diante das divergências de opinião”, afirmou.

Já para o deputado federal Pedro Cunha Lima, a decisão de não fechar questão foi a mais prudente diante do cenário interno do PSDB. “Foi a decisão mais sensata, já que as bancadas tanto da Câmara quanto do Senado ainda não se reuniram para definir fechamentou não de questão. Então a prudência encaminho esse desfecho”, analisou o parlamentar.

O ministro Henrique Meirelles disse nesta quarta-feira (22) que na nova proposta da Previdência será proposto aposentadoria integral com 40 anos de contribuição e tempo mínimo de contribuição 15 anos. O senador não acredita ainda que esta seja esta uma proposta sensata.

“Evitar que o país quebre e que os pobres continuem financiando a aposentadoria dos ricos. Criar um regime que seja igual para todos. Incluindo aí, naturalmente os políticos. Outro aspecto importante é a retirada da reforma dos trabalhadores rurais”, argumentou Cássio sobre os fatores que levaram o partido a recomendar a aprovação da reforma.

Trabalhadores rurais estes que são objeto de defesa do jovem deputado tucano. Para Pedro Cunha Lima, a aposentadoria rural é uma alternativa que trata de maneira igualitária os desiguais. “Primeiro [precisamos] combater inicialmente os privilégios, mexer nas camadas de cima, não dá para fazer uma reforma da previdência ignorando situações de vidas diferente. Depois é possível avançar em outros temas, sempre fazendo uma compensação social quando for mexer com quem menos tem”, disse Pedro.

Questionado sobre uma alteração que seria significativa para a reforma, Cássio sinalizou que o debate deve ser a longo prazo. “Acho que o debate sobre a reforma da Previdência, que interessa a todos os brasileiros, deve ficar para a eleição presidencial”, finalizou.

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